Foram dois milhões de hectolitros vendidos na chamada grande distribuição o que mostrou a força do rosé na França. Comparado às outras cores este cresceu 10,7% em volume e 8,8% em faturamento. Foi a única cor a ter tal crescimento num mercado moroso. Com certeza esta informação aliada ao já citado problema da falta de garrafas em geral torna ainda mais grave o caso da falta de garrafas transparentes, como nos afirmou anteontem Sthéphanie Screyssels, a responsável América do Val d'Orbieu, importante grupo do Sul da Fraça, que tem encontrado dificuldade para comprar grandes quantidades.
Os rosés da provence representam 40% dos AOC mas outras apelações como as do Languedoc e seus VDP tem mostrado muita força. Um AOC qu está chegando no Brasil é o rosé da Cave de Névian, a mais respeitada do Corbières quando se fala em rosé. Chega pelas mãos da Grand Cru.
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12.7.07
8.7.07
Vai faltar garrafa mesmo
O jornal econömico La Tribune, da França, confirma os números. Vão faltar 60 milhões de garrafas na França e 1,5 bilhões na Europa. Na verdade o déficit francês deve ser maior do que estimamos levando em consideração os números do Velho Continente, nos assegura um grande negociante de vinhos de Bordeaux. Boa oportunidade para o Brasil rever sua legislação e permitir a importação de vinho em cisternas da Europa.
Num vinho bem "vestido" o enxoval oscila perto de 1 euro. Um desenvolvimento das indústrias de engarrafamento, vidro, impressão e a criação centenas de empregos. Agências de publicidade, indústrais químicas e gráficas também teriam ganhos. Talvez uma boa moeda de troca com a UE ao permitir a entrada de vinhos em pipas num momento em que há dificuldade em escoar a produção. Será que chilenos e argentinos resistem à chegada de vinhos europeus bons com baixo custo e gerando empregos no Brasil? O mesmo risco para a viticultura de vinhos tranquilos nacionais.
Num vinho bem "vestido" o enxoval oscila perto de 1 euro. Um desenvolvimento das indústrias de engarrafamento, vidro, impressão e a criação centenas de empregos. Agências de publicidade, indústrais químicas e gráficas também teriam ganhos. Talvez uma boa moeda de troca com a UE ao permitir a entrada de vinhos em pipas num momento em que há dificuldade em escoar a produção. Será que chilenos e argentinos resistem à chegada de vinhos europeus bons com baixo custo e gerando empregos no Brasil? O mesmo risco para a viticultura de vinhos tranquilos nacionais.
4.7.07
Vai faltar garrafa

Na Europa há uma crise de abastecimento de garrafas. Faltam 60 milhões na França e 1,5 bilhões de garrafas na Europa. No Sul da França temos encontrado desde já uma grande dificuldade para conseguir garrafas para vinhos rosés, transparentes, informa Stéphanie Creyssels do grupo Val d'Orbieu, o maio engarrafador do Languedoc.
O motivo da crise é a concentração do mercado. O gigante do setor Saint Gobain, aumentou em 15% os preços em fevereiro e promete novo aumento para 1º de julho. Hoje para uma centena de garrafas tipo bordeaux de 400g paga-se 12 euros.
Tá na hora do Brasil exportar garrafa.
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