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6.8.08

O próximo passo é a colheita.


A Câmara de Agricultura do Aude, departamento do Languedoc Roussillon, acaba de lançar seu último boletim de controle fitossanitário da campanha 2008. No estado atual das uvas, pintor, também chamado de M por Baggilionni ou de 36 por Eichhorn e Lorentz, o oídio não mete mais medo. O Mildiou deve ter um último tratamento com a calda bordelesa para evitar o míldio mosaico nas folhas, os bagos não oferecem mais riscos. Também em alguns locais um último combate ao Eudemis (mariposa) é previsto. E boa colheita.
Você que acompanha o Blog sabe que a primeira colheita da França é no Languedoc Roussillon. É aqui que veremos nascer o primeiro vinho novo, vin primeur, da França ainda no mês de outubro. Três semanas antes do beaujolais nouveau. Uma festa nas cidades produtoras. A colheita se anuncia abundante e de boa qualidade. Há de se esperar para confirmar as expectativas.
Os alunos da nova turma do curso de enologia terão a oportunidade de ver o final da colheita e acompanhar o passo a passo da vinificação. Inscreva-se já.

3.7.07

Flash vitícola de 2 de julho para Corbières









Nesta denominação de origem do Languedoc, Sul da França, o estado fenológico de todas as castas é o de fechamento dos cachos da uva. A partir deste momento as vinhas ficam menos sensíveis ao oídio e ao míldio. Para o tratamento contra o oídio deve-se respeitar a cadência do tratamento, utilizando-se métrafenone, spiroxamine, quinoxifen, ou “enxofre molhável”. Para as cepas menos sensíveis e sem sintomas pode-se suspender desde já a aplicação dos produtos.
O míldio mosaico está presente em muitas parcelas apesar da diminuição da sensibilidade dos cachos no estado fenológico atual. O míldio pode provocar uma desfolha precoce e prejudicar o amadurecimento das uvas. Um a dois tratamentos no final da estação são recomendados pela Câmara de Agricultura do Aude.
Os vôos da Eudemis, verme do cacho de 2ª geração, terminaram nos setores mais precoces e nos demais a curva é descendente. Deve-se verificar se o produto aplicado na última vez ainda está ativo, caso contrário deve-se dar um reforço.