11.12.07
Entrevista de Rogerio Rebouças na Rádio France Internacional
Ontem dei entrevista na RFI, Rádio France Internacional que é retransmitida em dezenas de rádios brasileiras como a CBN e MEC. Estou falando do menu de Natal típico do Languedoc, sobre os espumantes de Limoux e dos bons vinhos do Sul da França. Ouça aqui.
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Os chefs Juan-Mari e Elena Arzak vão presidir o XIX Toques et Clochers

O XIX leilão de Toques et Clochers, o segundo maior leilão de vinhos da França, será realizado na cidade de Limoux, Languedoc, nos dias 15 e 16 de março de 2008. Os chefs que presidirão esta edição serão Juan-Mari e sua filha Elena Arzak de San Sébastian, Espanha, fundadores da nova cozinha basca. Juan Mari é triplamente estrelado pelo Guia Michelin e seu restaurante, o Arzak em San Sebastien, País Basco espanhol, foi escolhido como um top 10 mundial pela revista inglesa Restaurant Magazine. Tido por muitos como o maior chef da Espanha Juan-Mari e Elena vão suceder na presidência de Toques et Clochers, Jonnie Boer do De Librije, da Holanda. O primeiro chef a presidir este prestigiado evento foi Pierre Troisgros.
O que é Toques e Clochers
Toques et Clochers é uma iniciativa da cooperativa Sieur d'Arques-Aimery, a melhor da França, este é hoje o segundo maior leilão de vinhos da França, sendo superado em arrecadação apenas pelo dos Hospices de Beaune, na Borgonha. Tal qual naquela denominação partes dos recursos são utilizados para fins beneficentes. Em Limoux o objetivo é a restauração dos campanários das igrejas históricas da região, daí o nome Clochers.
O que é Toques e Clochers
Toques et Clochers é uma iniciativa da cooperativa Sieur d'Arques-Aimery, a melhor da França, este é hoje o segundo maior leilão de vinhos da França, sendo superado em arrecadação apenas pelo dos Hospices de Beaune, na Borgonha. Tal qual naquela denominação partes dos recursos são utilizados para fins beneficentes. Em Limoux o objetivo é a restauração dos campanários das igrejas históricas da região, daí o nome Clochers.

Cada evento de Toques et Clochers é capitaneado por um chef 3 estrelas do Guia Michelin. Como Toque é o nome do chapéu utilizado pelos chefs de cozinha e como estes chefs são carinhosamente chamados, vai aí uma homenagem à gastronomia e sua eterna aliança com o vinho. Continua amanhã mais esta saga do Sul da França.
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10.12.07
VINISUD 2008 - A grande feira de vinhos do Mediterrâneo

VINISUD a segunda maior feira de vinhos da França vai acontecer de 18 a 20 de fevereiro de 2008, em Montpellier, no Languedoc, Sul da França. Será o local ideal para descobrir os vinhos do Mediterrâneo num ambiente profissional e agradável. Serão 1760 expositores da França e de diversos países.
A principal característica do evento é o espaço geográfico dos vinhos apresentados. O foco são os vinhos do Mediterrâneo. As principais regiões francesas presentes serão o Languedoc-Roussillon, Provença, Vale do Rhône, Sudoeste e Córsega. Além de Portugal, Espanha, Itália, Tunísia, Israel, Marrocos, Argélia, Grécia, Líbano, além de alguns países do leste europeu. É como um clube da Luluzinha onde Bordeaux e Borgonha não entram.
Esta grande concentração de produtores do Mediterrâneo, inclusive muitos pequenos, permite descobrir tendências e novidades. Degustações, negócios, conferências, palestras, exposições e lançamentos serão a tônica desta feira que reunirá 35 mil visitantes profissionais, sendo 18% estrangeiros, de 86 nacionalidades diferentes.
Se algum veículo precisar de um repórter no local pode contar com este jornalista. Estarei presente todos os dias do evento recebendo alguns brasileiros e mostrando alguns dos bons vinhos do Languedoc-Roussilon.
A principal característica do evento é o espaço geográfico dos vinhos apresentados. O foco são os vinhos do Mediterrâneo. As principais regiões francesas presentes serão o Languedoc-Roussillon, Provença, Vale do Rhône, Sudoeste e Córsega. Além de Portugal, Espanha, Itália, Tunísia, Israel, Marrocos, Argélia, Grécia, Líbano, além de alguns países do leste europeu. É como um clube da Luluzinha onde Bordeaux e Borgonha não entram.
Esta grande concentração de produtores do Mediterrâneo, inclusive muitos pequenos, permite descobrir tendências e novidades. Degustações, negócios, conferências, palestras, exposições e lançamentos serão a tônica desta feira que reunirá 35 mil visitantes profissionais, sendo 18% estrangeiros, de 86 nacionalidades diferentes.
Se algum veículo precisar de um repórter no local pode contar com este jornalista. Estarei presente todos os dias do evento recebendo alguns brasileiros e mostrando alguns dos bons vinhos do Languedoc-Roussilon.
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7.12.07
A origem do aroma floral nas castas aromáticas - parte II
O outro ângulo abordado no estudo foi o papel das leveduras no que concerne aos componentes aromáticos. É bem verdade que ela é incapaz de sintetizar aqueles compostos, mas é sabido que as leveduras comerciais têm um papel na valorização do potencial dos terpenóis aromáticos nos bagos da uva.
Estes componentes aromáticos estão presentes de forma livre ou combinados aos glucídeos, na gewurztraminer a essência do geraniol está presente sob forma glicosada, sem odor no mosto da uva, será na fermentação e na maturação do vinho que os aromas irão se desenvolver. Algumas leveduras específicas podem ter um papel relevante no aumento da concentração de geraniol e do linalol segundo os estudos de Francis Karst e Marc Fischer Université Louis Pasteur/INRA.
Estes componentes aromáticos estão presentes de forma livre ou combinados aos glucídeos, na gewurztraminer a essência do geraniol está presente sob forma glicosada, sem odor no mosto da uva, será na fermentação e na maturação do vinho que os aromas irão se desenvolver. Algumas leveduras específicas podem ter um papel relevante no aumento da concentração de geraniol e do linalol segundo os estudos de Francis Karst e Marc Fischer Université Louis Pasteur/INRA.
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6.12.07
A origem do aroma floral nas castas aromáticas
A degustação de vinhos brancos aromáticos teve como conseqüência a definição de suas características enquanto aromas florais. A questão da tradução da especificidade de cada cepa em termos de análise sensorial útil ao degustador e em termos bioquímicos compreensível para os cientistas levou a estudos que se iniciaram no Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica, INRA, em 1980.
Foi então determinado que aromas florais típicos de certos vinhos como o gewurztraminer é em parte devido a forte presença, 0,2mg/l, de um monotepernol chamado geraniol enquanto que o muscat, um dos vinhos ícones do Sul da França, contém 0,3 a 0,5mg/l da mesma substância e 0,4 a 0,5 de outro monotepernol o linalol.
A questão é que apenas algumas castas sintetizam em quantidades apreciáveis estes compostos de carbono. O fazem graças a uma enzima da família da terpena sintetizadora.
Entender a origem dos aromas nos leva a bioquímica ou se preferirem à química dos carbonos. É por causa da capacidade de síntese desta enzima, que vai ser encontrada em doses muito maiores no manjericão, que a muscat e a gewurztraminer são as castas mais aromáticas. Amanhã falamos das leveduras e seu papel na definição dos compostos aromáticos.
Baseado na pesquisa realizada por Francis Karst e Marc Fischer Université Louis Pasteur/INRA.
A questão é que apenas algumas castas sintetizam em quantidades apreciáveis estes compostos de carbono. O fazem graças a uma enzima da família da terpena sintetizadora.
Entender a origem dos aromas nos leva a bioquímica ou se preferirem à química dos carbonos. É por causa da capacidade de síntese desta enzima, que vai ser encontrada em doses muito maiores no manjericão, que a muscat e a gewurztraminer são as castas mais aromáticas. Amanhã falamos das leveduras e seu papel na definição dos compostos aromáticos.
Baseado na pesquisa realizada por Francis Karst e Marc Fischer Université Louis Pasteur/INRA.
4.12.07
Degustando amostras "brut de cuve" nos Corbières

Estive na última semana na Cave de Rocbère, em Portel des Corbières, no Languedoc. Participei de uma degustação de umas quinze amostras de vinhos (brut de cuve) da safra 2007 da vinícola. Eram das castas carignan e grenache duas das mais importantes para se produzir um bom Corbières. Estavam presentes o diretor geral Henri Forgues, o enólogo e o gerente da adega. Um exercício interessante, pois o brut de cuve é um vinho que não está pronto, que ainda vai ser assemblado e dará origem ao vinho final. É neste momento que se define o corte. Sabíamos que as uvas chegaram à cooperativa em excelente estado fenológico e sanitário, mas até ela se tornar vinho há uma boa distância a ser percorrida. Que agradável surpresa a millésime 2007 algumas das amostras faziam crer que o vinho estava pronto para beber. Podem esperar ansiosos, pois os tintos de 2007 no Corbières e o Grand Opéra em particular serão excepcionais como foram na colheita de 1998. Um grande ano para o Sul da França.
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30.11.07
Lançada em Paris a denominação AOC do Languedoc
Foi lançada no último dia 22 em Paris a denominação AOC do Languedoc que passa, agora, a estar disponível nas prateleiras. Graças ao esforço dos grandes "players" do Languedoc Skalli, Jeanjean, Castel, Val d’Orbieu, UCCOAR…, as garrafas dos AOC do Languedoc estarão no mercado francês a partir deste final de ano. Uma bela conquista dos produtores locais que almejavam uma apelação genérica de toda a região. Vale lembrar que para ter este status o vinho deve respeitar uma lista de critérios organolépticos já aprovados. Agora o Sul da França possui duas grandes marcas regionais o Vin de Pays d'Oc, o top em se tratando de vinho regional, e o AOC do Languedoc.
O risco é que todos os AOCs das demais denominações, Corbières, Faugères, Fitou, Minervois,... que não sejam de bom nível se transformem em AOC do Languedoc. Vale conferir esta boa iniciativa.
O risco é que todos os AOCs das demais denominações, Corbières, Faugères, Fitou, Minervois,... que não sejam de bom nível se transformem em AOC do Languedoc. Vale conferir esta boa iniciativa.
27.11.07
USB Wine é video direto no seu micro. Baixe agora mesmo seu inho do Languedoc.
Seus problemas acabaram. Chega de vinho caro. Agora direto do Blog do Sul da França você pode baixar diretamente no seu micro os melhores vinhos franceses a preço de château, isto é, preço de fábrica. Por enquanto estamos fornecendo apenas vinhos "nacionais" em francês, mas não se desespere com a USB WINE você vai beber, digo, entender tudinho. É fácil. Seus problemas acabaram. Seu Creysson fez escola. Parabéns ao site 1 jour 1 vin pela peça publicitária. Duca.
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A paisagem mudou no Languedoc.

Nas fotos um vinhedo da denominação Corbières a 100 metros do rio Aude, encoberto pelas árvores, que separa o terroir de Minervois do Corbières.

No outono as folhas adquirem um colorido esplêndido que vai do amarelo ao vermelho do verde ao marrom. Este caleidoscópio dionisíaco balança ao sabor dos ventos Tramontana, do norte, e Marin, do mar Mediterrâneo. Balança, balança até que cai. Quando voltei do Brasil, logo após o Festival do sul da França, peguei os últimos dias desta efêmera beleza. Hoje as folhas caíram e a poda de inverno campeia nas parcelas de vinha do Languedoc-Roussillon. Um pouco cedo? Pudera, enquanto chove em toda a França aqui faz sol e venta, vento forte de 70 a 90 km/h. A opção é chuva ou sol com vento. São Pedro já decidiu. Amanhã falamos da nova safra, a de 2007.
26.11.07
Foie gras combina com muscat.
O frio vai chegando e as promoções de alimentos típicos de final de ano também. No Natal e Réveillon se consome muito foie gras, fígado gordo e peito de pato, o magret de canard. Produtos caros, especialmente o primeiro. O foie gras não tem nada de patê. Pode ser vendido fresco, o top, o que raramente se encontra no Brasil, mi-cuit, semi-cozido, excelente e também raro no Brasil. Há também em bocal de vidro, embalado a vácuo, bastante bom ou em conserva. Esta pode ser em bloco, com pedaços ou inteiro.Delicioso e untuoso o foie gras combina idealmente com um bom vinho doce como um Sauternes, mas também e bem mais em conta com um vinho a base de uvas muscat como o Muscat de St. Jean de Minervois, Muscat de Frontignan ou um bom Crémant de Limoux. Aproveitei a Feira da Gordura, Foire au Gras, da cidadezinha de Olonzac, no Minervois, para ir às compras. Uma delícia.
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23.11.07
Na foto Henri Forgues da Rocbère com promotora da Barrinhas no Real Astoria, Rio de Janeiro.
Henri Forgues, da Cave Rocbère, que iniciou as exportações para o Brasil em maio deste ano stem como objetivo passar de 20 mil garrafas em 2007 para 50 mil en 2008 e 80 mil em 2009, sendo 35% de vinhos AOC Corbières, 25% de varietais e os demais do VDP d'Aude Reserve de Beaulieu que caiu no gosto brasileiro. Para tornar realidade estes objetivos estará investindo junto com seu importador, Barrinhas, líder de mercado no Rio, 250 mil euros em ações de marketing nos próximos dois anos.
20.11.07
Vignerons de La Mediterranée quer ser líder de mercado no Brasil

Com faturamento líquido de € 58 milhões em 2005, uma produção de 26 milhões de garrafas, o que a torna a primeira engarrafadora do Languedoc, o maior vinhedo do mundo. Vignerons de La Mediterranée desembarcou este ano no Brasil e já tem grandes ambições.
Stéphanie Creyssels, gerente Américas, acredita "no potencial do mercado brasileiro, nos nossos parceiros importadores, confiamos na qualidade dos nossos vinhos e já percebemos a boa adaptação dos vinhos do Languedoc ao gosto brasileiro. Queremos a liderança de mercado entre os franceses nos próximos 5 anos.
Temos uma empresa diferente pois somos uma cooperativa de comercialização. Engarrafamos, distribuímos e exportamos os vinhos dos nossos 2000 produtores. São 85 "châteaux" e "domaines" (propriedades particulares) e 15 cooperativas de produção. Cada um com um perfil próprio e características qualitativas e de preço diferenciadas. Temos também duas marcas mundiais com peso significativo nos EUA, Europa e Japão a Cuvée Mythique e a St. Martin. Estas foram lançadas com grande sucesso durante o Festival de Sabores do Sul da França. Este ano exportamos 50 mil garrafas e em 2008 esperamos pular para 100 mil e 150 mil em 2009. Estamos investindo 350 mil euros em promoção e marketing com nossos parceiros, assegura.
Stéphanie Creyssels, gerente Américas, acredita "no potencial do mercado brasileiro, nos nossos parceiros importadores, confiamos na qualidade dos nossos vinhos e já percebemos a boa adaptação dos vinhos do Languedoc ao gosto brasileiro. Queremos a liderança de mercado entre os franceses nos próximos 5 anos.
Temos uma empresa diferente pois somos uma cooperativa de comercialização. Engarrafamos, distribuímos e exportamos os vinhos dos nossos 2000 produtores. São 85 "châteaux" e "domaines" (propriedades particulares) e 15 cooperativas de produção. Cada um com um perfil próprio e características qualitativas e de preço diferenciadas. Temos também duas marcas mundiais com peso significativo nos EUA, Europa e Japão a Cuvée Mythique e a St. Martin. Estas foram lançadas com grande sucesso durante o Festival de Sabores do Sul da França. Este ano exportamos 50 mil garrafas e em 2008 esperamos pular para 100 mil e 150 mil em 2009. Estamos investindo 350 mil euros em promoção e marketing com nossos parceiros, assegura.
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19.11.07
Festival do Sul da França aquece vendas de vinhos franceses

Importadores, donos de restaurantes, supermercados, lojistas e produtores franceses estão felizes com o sucesso do Festival de Sabores do Sul da França que aconteceu na primeira quinzena de novembro no Rio, Búzios e Niterói. Foi um evento ganha-ganha pois os vinhos foram vendidos com preços promocionais, o que foi repassado para o cliente o que aumentou muito a frequência nos restaurantes e aqueceu as vendas nas lojas especializadas e nos supermercados participantes, assegura Robert Amalric diretor de Sud France organismo responsável pelo Festival.
Para Roland Villard Chef do restaurante Le Pré Catelan, no hotel Sofitel, não só o consumo de vinho foi muito bom como a ocupação do restaurante ficou bem acima da média. "Tivemos de prorrogar o menu do Festival para atender a demanda". Já para Humberto Cárcamo da Reloco, importador da renomada Cuvée Mythique, do Languedoc, as expectativas foram superadas " - Vamos ter de antecipar encomendas da linha Mythique para não faltar vinho do Languedoc no final do ano.
Segundo Rogerio Rebouças, organizador do evento, foram 5 importadores participantes, 46 restaurantes, as redes de supermercados Zona Sul e Mundial, as lojas especializadas em vinhos Daha Vinheira e Bottega Frolisi de Niterói, toda a rede Lidador, três hotéis do Rio, Sheraton Sofitel e Marina e dois de Búzios, La Borie e Pérola, com seus bares e restaurantes. Do lado Francês tivemos 7 produtores atuando diretamente. "A França conseguiu dar visibilidade à gastronomia de uma região que ainda é pouco conhecida no Brasil. O Languedoc é a pátria do Cassoulet e possui o maior vinhedo do mundo, mas nem todos sabem. Com o Festival procuramos dar um pouco mais de visibilidade a estes fatos", afirma Rebouças.
Sul da França é a maior região vitícola do mundo
Sud de France, a marca guarda-chuva dos vinhos do Languedoc-Roussillon, a maior região vitícola do mundo com 310 mil ha e uma produção de 16 milhões de hl tem projetos para o Brasil. Segundo Robert Amalric, diretor de Sud de France, "O Festival de Sabores do Sul da França teve como objetivo aumentar a visibilidade do Languedoc no Brasil. Afinal, produzimos 60% do vinho varietal e regional francês, 20% dos vinhos de denominação de origem e 33% do vinho francês vendido no Brasil, são 1,1 milhão de garrafas.
Hoje este vinho do Languedoc tem um perfil de vinho regional básico, o chamado primeiro preço, esperamos com esta e outras iniciativas ajudar aumentar a venda de vinhos de mais qualidade como os de Vin de Pays d'Oc (vinho regional d'OC, o melhor dos regionais) e varietais. Porém nossa maior ambição é incrementar a participação no mercado dos nossos vinhos de denominação de origem, os AOC - Corbières, Minervois, Limoux, Coteaux du Languedoc, que hoje respondem por apenas 5,6%. Estes vinhos são de excelente qualidade e de preço muito competitivo, afirma Amalric.
O Sul da França tem preço e qualidade para ser líder entre os franceses no Brasil, tanto em faturamento quanto em volume. Nosso objetivo a médio prazo é de ter a França num patamar equivalente ao de Portugal e Itália, para isto precisamos dobrar as nossas vendas. Depois teremos ambições mais ousadas", planeja Amalric.
Para Roland Villard Chef do restaurante Le Pré Catelan, no hotel Sofitel, não só o consumo de vinho foi muito bom como a ocupação do restaurante ficou bem acima da média. "Tivemos de prorrogar o menu do Festival para atender a demanda". Já para Humberto Cárcamo da Reloco, importador da renomada Cuvée Mythique, do Languedoc, as expectativas foram superadas " - Vamos ter de antecipar encomendas da linha Mythique para não faltar vinho do Languedoc no final do ano.
Segundo Rogerio Rebouças, organizador do evento, foram 5 importadores participantes, 46 restaurantes, as redes de supermercados Zona Sul e Mundial, as lojas especializadas em vinhos Daha Vinheira e Bottega Frolisi de Niterói, toda a rede Lidador, três hotéis do Rio, Sheraton Sofitel e Marina e dois de Búzios, La Borie e Pérola, com seus bares e restaurantes. Do lado Francês tivemos 7 produtores atuando diretamente. "A França conseguiu dar visibilidade à gastronomia de uma região que ainda é pouco conhecida no Brasil. O Languedoc é a pátria do Cassoulet e possui o maior vinhedo do mundo, mas nem todos sabem. Com o Festival procuramos dar um pouco mais de visibilidade a estes fatos", afirma Rebouças.
Sul da França é a maior região vitícola do mundo
Sud de France, a marca guarda-chuva dos vinhos do Languedoc-Roussillon, a maior região vitícola do mundo com 310 mil ha e uma produção de 16 milhões de hl tem projetos para o Brasil. Segundo Robert Amalric, diretor de Sud de France, "O Festival de Sabores do Sul da França teve como objetivo aumentar a visibilidade do Languedoc no Brasil. Afinal, produzimos 60% do vinho varietal e regional francês, 20% dos vinhos de denominação de origem e 33% do vinho francês vendido no Brasil, são 1,1 milhão de garrafas.
Hoje este vinho do Languedoc tem um perfil de vinho regional básico, o chamado primeiro preço, esperamos com esta e outras iniciativas ajudar aumentar a venda de vinhos de mais qualidade como os de Vin de Pays d'Oc (vinho regional d'OC, o melhor dos regionais) e varietais. Porém nossa maior ambição é incrementar a participação no mercado dos nossos vinhos de denominação de origem, os AOC - Corbières, Minervois, Limoux, Coteaux du Languedoc, que hoje respondem por apenas 5,6%. Estes vinhos são de excelente qualidade e de preço muito competitivo, afirma Amalric.
O Sul da França tem preço e qualidade para ser líder entre os franceses no Brasil, tanto em faturamento quanto em volume. Nosso objetivo a médio prazo é de ter a França num patamar equivalente ao de Portugal e Itália, para isto precisamos dobrar as nossas vendas. Depois teremos ambições mais ousadas", planeja Amalric.
15.11.07
Feira de Vinhos Sud de France - O Vídeo
Feira de vinhos do Sud de France lança no Brasil mais de 15 novos rótulos do Languedoc. No destaque do vídeo a Bulle Nº1, de Sieur d'Arques, um AOC Limoux, a denominação de origem do brut original e a degustação vertical do Grand Opéra, AOC Corbières.
Veja o vídeo de André Sztajn, da ProSol, e confira os melhores momentos.
Veja o vídeo de André Sztajn, da ProSol, e confira os melhores momentos.
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