8.9.09
Degustação e Wine Games na SBAV São Paulo
7.9.09
II Concurso ABS/Sud de France de Vinhos do Sul da França

O II Concurso vai conferir medalhas de ouro, prata e bronze aos vinhos, classificando-os conforme sua qualidade. Os importadores receberão etiquetas para colar nas garrafas com a assinatura dos dois parceiros. A seleção começa pela manhã na sala vermelha do Le Pré Catelan e a grande final acontece à tarde. O júri é formado por especialistas da ABS e jornalistas especializados.
Os convites estão à venda na ABS Rio. Sócios 40 reais e convidados 60 reais. Apenas 100 convites disponíveis. Os convidados receberão uma taça ISO personalizada da Sieurd'Arques/Aimery, qualidade Cambé, para a degustação.
III Festival Sud de France - 2 a 12 de outubro
Para realizar um trabalho em escala nacional Sud de France estabeleceu parcerias com as entidades do segmento vinho no Brasil: ABS Rio, ABS MG, SBAV SP e SBAV MG. Além das vinícolas outra empresa que tem sua origem no Languedoc, no departamento do Gard, a água Perrier, também participa. Outro ator importante são os importadores que são os responsáveis por dar capilaridade ao evento. Diferente de outros festivais onde tudo acontece em um só lugar o Festival Sud de France acontece sempre pertinho de você. No Rio os supermercados Mundial e Zona Sul estarão dando descontos especiais para os vinhos do Languedoc-Roussillon durante o período do Festival. No Lidador, La Botella, Espírito do Vinho/Decanter e Garcia & Rodrigues haverá também promoção e degustação dos vinhos desta região. Em Minas Gerais o Super Nosso faz promoção e degustação durante todos os dias do Festival, a loja da Decanter também faz promoção. Em São Paulo Fogo de Chão, Le Vin Bistrô do Jardim Paulista, o Norte Grill, a Osteria Petuline e o Café Jornal terão menus harmonizados com vinhos do Sul da França. Dezenas de outros restaurantes e lojas estão começando a confirmar participação.
Uma das referências do Festival, os hotéis Sofitel e o embaixador do Sul da França, o chef Roland Villard, recebem este ano o chef Lionel Giraud, cujo restaurante tem uma estrela no guia Michelin, vem ao Brasil com o apoio da TAM. Ele vai preparar um menu gastronômico do Languedoc no P.Verger em São Paulo nos dias 6 e7 e nos dias 9 e 10 no Pré Catelan do Rio.
24.8.09
Começou a colheita 2008 no Languedoc
Do ponto de vista qualitativo as uvas estão sãs e com bom equilíbrio açúcar - acidez afirma o diretor técnico de Aimery, Guilhem Marty. "Nós temos todas as razões para estarmos otimistas, pois o tempo seco e quente das últimas semanas vai nos proporcionar uva em perfeito estado sanitário. O stress hídrico vai atrasar algumas parcelas, mas aqui em Limoux o solo é argilo calcáreo que retém a umidade. Outro fator importante em relação àos outras denominações do Languedoc é de estamos numa região que sofre menos com o calor devido à altitude e a influência oceânica. Teremos uma colheita menor em uvas brancas e maior em tintas do que no ano anterior".
As colheitas dos vinhos AOC de Limoux são feitas em caixas onde os cachos são depositados delicadamente para evitar que os bagos sejam amassados, para evitar a oxidação ou início de fermentação e garantir uma vinificação de alta qualidade. O volume este ano deve ser o mesmo do ano anterior com 150 mil hectolitros, prevê Marty diretor de Sieur d'Arques.
14.8.09
Touradas no Sul da França
Nas fotos os diversos momentos da tourada. A chegada do público, as arquibancadas lotadas, a chegada dos toureiros ou como se diz por aqui matadores, a picada do touro e o toureiro em ação.
Depois do espetáculo os bares e restaurantes se enchem e a festa continua. Um pequeno desfile de escola de samba francesa, surge no restaurante Le Mustache para animar o público de um dos restaurantes. O serviço dos vinhos estava perfeito tudo na temperatura certa pasesar da multidão. Olé.
1.8.09
Inscrições abertas para colheita da uva na França
Estão abertas as inscrições para a colheita da uva na França. O carregador, "porteur" é o mais bem pago.
10 mil vagas para trabalhar na colheita no Rhône. São 3 mil propriedades em busca de mão de obra. 700€ em 10 dias. Em breve outras abrem inscição como Languedoc, Champagne,...Alguém se habilita?
http://www.vitijob.com/vin_inscription_vendange.php?langue=fr
30.7.09
O resultado do concurso Corbières 2009
Medalha de ouro tinto com madeira: Cuvée Sextant 2006 do Celliers d’Orfée, Eidos 2007 do Château La Bastide(Decanter), L’Optimée 2007 Château La Bastide ( Decanter), C de Camplong, Cooperativa de Camplong ( Enoteca Fasano) e Cuvée de Vignerons de Camplong ( Enoteca Fasano).
Medalha de ouro tinto sem madeira: Peyres Nobles de Camplong ( Enoteca Fasano).
Medalha de prata branco: Blanc Tradition, Château La Bastide (Decanter).
Medalha de bronze tinto com madeira: Château St. Esteve (Zona Sul) e Chris Limouzy, Celliers d’Orfée.
29.7.09
17ª Millésime Bio
Em 2009 os visitantes compradores de mais de 700 empresas de 32 países participaram e descobriram novos vinhos orgânicos. Houve aumento de 27% de expositores e 50% de compradores. 2010 promete ser um sucesso venha você também.
28.7.09
Até onde vai o sucesso dos Malbec? Os profissionais argentinos se perguntam.
A casta não é considerada pelos experts como capaz de dar grandes vinhos como a cabernet, a merlot,...
A maior parte das garrafas são vendidas a menos de 18US$ nos EUA. Nesta faixa de preço os compradores não são fiéis.
A imagem da Argentina não é suficientemente qualitativa nem variada. Alguns dizem que é um produtor de vinhos de baixo preço.
O Malbec é um vinho da moda, mas ainda não é um clássico.
Na França, em Cahors, onde ela nasceu, o bag da Malbec é maior e segundo Alain Gayda, ex-presidente da União de Enólogos da França, seria o principal motivo de uma qualidade superior da uva na Argentina, que menor e mais concentrada. Já começaram a chegar na França mudas da variedade Argentina. Esta uva também é conhecida como cot no sul da França.
(Rogerio com Vitisphere)
17.7.09
Eduardo Viotti entrevistado da Revue du Vin de France
La Revue du Vin de France selecionou 13 estrelas da degustação mundial para comentar a presença do vinhno francês no mercado internacional. Apenas craques: Jancis Robinson, Robert Parker, Simon Tam, Joel Payne, ... e o escolhido para falar em nome dos especialistas brasileiros foi Eduardo Viotti, da Vinho Magazine.
A matéria traça um perfil do vinho francês segundo cada degustador. Viotti fala da boa imagem do vinho francês no Brasil, mas mostra sua perda de mercado face aos vinhos de Chile, Argentina e Portugal. Os vinhos bons e baratos da França quase não chegam ao Brasil, afirma Viotti.
Interessante notar que a matéria de capa da RVF é um painel dos 100 melhores vinhos tintos do Languedoc e por coincidência um painel sobre os vinhos do Languedoc é tema da atual edição de Vinho Magazine, sintonizada.
Os vinhos do Languedoc são o que a França pode de melhor oferecer em custo/qualidade ao Brasil e ao mundo. Vinhos entre vinte e trinta reais podem ter pontuação entre 7,5 e 8,5 sobre um total de 10 pontos. Trazendo frutas, frescor, castas diferentes, elegância e convivialidade. Melhor Impossível.
13.7.09
Lionel Giraud será o chef do III Festival Sud de France no Brasil
Um dos líderes do movimento de democratização da alta gastronomia que ele chama de fast good, em contraposição ao fast food. Defende uma comida saudável, criativa e saborosa. Seus pratos são verdadeiras obras de arte. Tanto no aspecto visual como no paladar.
No menu “confiance” de 5 pratos, sobremesa, queijos e com direito a diversos “amuse bouche”, os vinhos do Languedoc a servidos foram chardonnay, sauvignon blanc, ambos Vin de Pays d’Oc, leves, um corbières blanc com corte de grenache branca e macabeu, da cooperativa de Embres Castelmaure e um belo tinto do Minervois o Domaine Sicard 2003. Todos se harmonizando muito bem. Destaco o Corbières branco bastante aromático, cítrico e que em alguns momentos lembrava um sauvignon e com seus aromas de grapefruit. O tinto era encorpado, longo, persistente, amplo e macio. Combinou muito bem com o peito de porco em compota ao vinagre balsâmico e sua espiral de batata Vittelotte ao grão de café.
Fiquei com a impressão de que será um grande sucesso de crítica e público. Acredito que suas idéias vão instigar a imprensa. Em outubro no Le Pré Catelan do Rio e no P. Verger de São Paulo, ambos da rede Sofitel.
Na foto ravioli de ostras, quente ao centro, espaguete e presunto da montanha Noir.
3.7.09
Vinexpo: a esperança é o BRIC
Na Vinexpo, em Bordeaux, de 21 a 25 de junho, pude notar a presença de muitos brasileiros e de gente de todo o mundo. Se a perspectiva do salão este ano era pessimista, com expectativa de menos 15% de publico, a realidade se mostrou mais otimista, menos 8%. Se não foi um evento para tirar o setor da crise, por outro lado ele fez seu trabalho e movimentou o mercado como de costume. Se para alguns foi melhor para outros foi razoável. Uma aposta no BRIC (Brasil, Índia, Rússia e China) se confirmou. É destes países que o mercado espera ter um crescimento de demanda antes dos demais. Um painel sobre o BRIC aconteceu durante o salão.
O Brasil esteve presente com alguns produtores como a Miolo, Lídio Carraro, Casa Valduga e Dom Laurindo. Tive a oportunidade de provar os vinhos da Miolo e digo que gostei bastante do RAR(Rogerio de Almeida Rebouças) e do merlot Terroir, o badalado lote 43 me cansou. Achei muito importante a participação brasileira, todos juntos sobre a mesma bandeira tal qual Chile, Argentina, Itália, Espanha,... Brasil já confirmou presença em Vinexpo Hong Kong 2010 e Bordeaux 2011, com mais expositores. Sucesso. Qualidade tem. Espero que no Brasil possamos tomar os mesmos vinhos com os preços exportação. Sensivelmente mais baixos.
Se a presença estrangeira representou 35% do publico presente, foram os cavistas (lojistas) franceses, que sofrem mais a crise, que deram o bolo. Do lado internacional Coréia e Formosa decepcionaram. Brasil, China e Europa do norte aumentaram sua participação. Estavam presentes: Grand Cru, Interfood, Casa Flora, Expand, Casa do Porto, Tio Sam, Vinea Store, Cantu, Santa Luzia, Club du Taste Vin, Fasano e Zona Sul. Rio, São Paulo e Bahia disseram presente.
Dânio Braga, o craque nacional, era cumprimentado por onde passava, em italiano, francês, espanhol,...François Dupuis mesmo com agenda cheia tinha tempo para um papo com os amigos. Jorge Lucky se desdobrava entre a sala de imprensa, degustações, a consultoria para a Interfood e nos momentos de folga um alô pros coleguinhas. Arthur Azevedo, sempre simpático, percorria os stands ora com os sommeliers profissionais ora com importadores brasileiros. Aguinaldo Zakea acompanhava o boss da sempre ativa Vinea Store Walter de Souza e seu diretor de marketing Ivan Hannickel. O atencioso Roberto Jerfer, Fernanda Milred e Ana Rita da Expand visatavam antigos e novos fornecedores. Espero que todos tenham feito bons negócios.
Os grandes do Languedoc Roussillon ficaram no pavilhão 1 junto aos outros grandes châteaux, domaines e negociantes. Foi o caso de Chamarré, Gerard Bertrand, Jean Jean, Sieur d’Arques e Val d’Orbieu ( Vignerons de la Mediterranée). No pavilhão dois os independentes do Languedoc se juntavam a italianos, espanhóis e alguns bordelenses. Destaque para Famille Fabre, Rocbère e Bon Fils.
Esta é a sala de imprensa, mas bom mesmo era o bar da imprensa na sala ao lado.



